quinta-feira, 26 de abril de 2012

Toyota segue tendência monitorando com sensores a saúde do condutor, aumentando a segurança




Fonte: Tecnologia em Saúde

A montadora japonesa Toyota apresentou recentemente um pacote de novidades tecnológicas voltadas para segurança de seus usuários, uma tradição que a empresa sempre busca aprimorar. Entre as novidades um sistema de segurança que toma o controle da direção quando o veículo não pode parar antes do impacto, para que o veículo possa se desviar. Mas a Toyota também mostrou um volante em desenvolvimento que mede os batimentos cardíacos do motorista para evitar acidentes que podem acontecer quando os motoristas sofrem ataques cardíacos
Recentemente comentamos sobre o sistema SYNC dos carros Ford que permite conexão com os mais modernos equipamentos móveis e conexão com dispositivos médicos como medidor de glicose, sistemas de controle de alergias via web, seguindo a mesma tendência a Toyota está trabalhando para incorporar em seus automóveis sistemas que analisam a saúde do condutor proporcionando uma direção segura.
O sistema usado pela Toyota funciona com sensores ópticos montado no volante que captam um único sinal de ECG-lead, e alerta o condutor através do visor sobre qualquer anormalidade que precisam de atenção. Afinal acidentes de carro devido à pessoa atingida por ataques de coração ainda são muito comuns.
                   Em um sistema experimental instalado em um Prius, mostra o gráfico dos batimentos cardíacos do motorista e o eletrocardiograma pode ser visto no visor do sistema de navegação no carro. Qualquer alteração brusca no monitoramento o próprio sistema pode assumir o controle sobre o carro, se necessário e avisa o socorro médico para enviar uma ambulância até o local.   E alertar sobre quaisquer outras condições sérias, a Toyota também vê o sistema a ser utilizado como uma espécie de exame de saúde diário.

Mais informãções: http://www.plugbr.net









quarta-feira, 25 de abril de 2012

Medidor de Glicose Easy







Modelo de apresentação final do Medidor Easy
Foto: Via Photo  
 Edição: César Pinheiro

                  
                          O Medidor Easy foi projetado para oferecer uma usabilidade muito mais ágil e prática para o usuário. O Easy é composto de duas peças, uma caneta lancetadora e um medidor de pulso. Quando o usuário for realizar o exame, ele só precisa manusear a caneta lancetadora, que contém as tiras de teste dentro. Quando o exame é feito, o resultado é transmitido para o relógio sem utilizar fios. O monitor de pulso pode ser substituído por outro equipamento com tecnologia wireless, incluindo os telefones celulares. O monitor de pulso Easy também funciona como relógio, com funções como alarme e cronômetro. O Easy utiliza o mesmo modo de realizar exames, através da análise do sangue, amplamente utilizado e difundido no mercado, e com isso tornando o produto competitivo.
                           O conceito morfológico do Easy tem como base a integração com os equipamentos eletrônicos mais consumidos nos dias atuais, como pen-drives e telefones celulares. Isso dá ao produto uma boa relação com o usuário, pois eles não querem que os equipamentos estejam associados a uma doença. O equipamento deverá ter quatro opções de cores diferentes para atender melhor às expectativas de consumidores diversos.

Mais informações:  http://design7th.blogspot.com


 

terça-feira, 24 de abril de 2012

Sensores de DNA transformam glicosímetros em medidores de várias substâncias




Fonte:ciencia-e-tecnologia

        Dispositivos portáteis que medem glicose agora podem medir também outras moléculas no sangue, soro, água ou comida.
     Os sensores utilizam pequenos segmentos de DNA ou RNA, que se ligam a alvos específicos. Os medidores de glicose não são mais apenas para os diabéticos. Graças aos químicos da University of Illinois, eles podem ser usados como medidores simples, portáteis e de baixo custo para várias moléculas-alvo no sangue, no soro, na água ou na comida.
        Os glicosímetros convencionais só respondem à glicose. Para usá-los na detecção de outros alvos, os pesquisadores acoplaram a eles uma classe de sensores moleculares chamados sensores de DNA funcional. Este sensores usam pequenos segmentos de DNA que se ligam a alvos específicos. Uma série de DNAs e RNAs funcionais estão disponíveis para reconhecer uma grande variedade de alvos. Eles têm sido usados no laboratório em conjunto com equipamentos complexos e mais caros, mas o professor de química Yi Lu e o pesquisador Yu Xiang  perceberam a possibilidade de acoplar estes sensores aos medidores de glicose de bolso.

         Os segmentos de DNA, imobilizados em partículas magnéticas, ligam-se à enzima invertase, que pode catalisar a conversão da sacarose (açúcar de mesa) em glicose. O usuário adiciona uma amostra de soro, sangue ou água ao sensor de DNA funcional para identificar drogas, marcadores de doenças, contaminantes ou outras moléculas. Quando a molécula-alvo se liga ao DNA, a invertase é liberada na solução. Depois de retirar a partícula magnética com um ímã, o nível de glicose da amostra aumenta proporcionalmente à quantidade de invertase liberada, para que o usuário então possa empregar um medidor de glicose para quantificar a molécula-alvo na amostra original.

              Os pesquisadores demonstraram a eficácia do dispositivo pra detectar a cocaína, o marcador de doença interferon, a adenosina e o urânio. O método de duas etapas pode ser usado para detectar qualquer tipo de molécula à qual um DNA ou RNA funcionais possam se ligar.
                        Os pesquisadores planejam simplificar ainda mais o método, que agora requer que os usuários primeiro apliquem a amostra ao sensor funcional de DNA e, em seguida, o medidor de glicose.


informações: http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/19617/ciencia-e-tecnologia/sensores-de-dna-transformam-glicosimetros-em-medidores-de-varias-substancias

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Medidor de glicose Através da urina



         Tanita Corp. anunciou um medidor de glicose digital portátil que indiretamente verifica nível de glicose no sangue através da urina.. O medidor de “UG-201″ está à venda no Japão desde 20 de junho de 2008.Tanita vende medidores digitais desde 2004 para hospitais, porém desta vez, devido ao enorme pedido de clientes que querem utilizar o produto, resolveu desenvolver um modelo portátil.  O produto permite a medição fácil simplesmente urinando no sensor que ele possui. A última versão portátil permite aos utilizadores verificar seu nível de glicose na urina até enquanto come fora.  A UG-201 emprega um biossensor baseado no método de eletrodo de enzima. Pode ser transportado com a unidade de sensor imerso na solução de preservação contida em um tampão. A tampa é removida antes da utilização, e a urina deverá ser vertida diretamente sobre a unidade de sensor.  A medição é concluída em cerca de seis segundos

 

Fonte:Tanita Copy

               Após a utilização, a unidade de sensor é lavada com água e, em seguida a tampa está ligado a colocar a unidade de sensor na solução. A unidade de sensor pode ser dobrada. A faixa de medição do nível de açúcar na urina é 0-2000mg por decilitro. O nível de açúcar na urina é indicado em incrementos de 10mg/dL no mínimo (100mg/dL no intervalo de concentração elevada). Após a medição, um intervalo de cerca de três minutos é necessário antes da utilização seguinte. O sensor deve ser calibrado com o uso da solução de referência sobre ele uma vez por semana. A unidade principal mede 68 x 118 x 22mm e pesa cerca de 80g sem a bateria. O peso total, incluindo a tampa, o cartucho de sensor e o frasco da solução de preservação é de cerca de 150 g. A unidade principal é alimentado por uma bateria de relógio CR2032 de lítio e pode ser operado por cerca de 180 dias, no caso da medição é realizada três vezes por dia. O cartucho do sensor pode ser usado por até 200 vezes no prazo de 60 dias. Embora não haja preço sugerido de varejo, o preço de mercado esperado para o conjunto de partida, incluindo a unidade principal, sensor de cartucho, etc é cerca de ¥ 16.000 (EUA 154 dólares, o preço pode variar dependendo do país), e o cartucho do sensor é de cerca de ¥ 6.000 , de acordo com Tanita.


Fonte:Tanita Copy

                              O custo por medição é de cerca de 30 ¥, porque um cartucho de sensor pode ser usado por 200 vezes. A empresa espera vender até 30.000 conjuntos por ano.

Monitores contínuos de glicose








Fonte:CGMS

                      Na última década, foi desenvolvido o sistema de monitorização contínua da glicose (CGMS®), através do líquido intersticial, com medidas da glicemia por um cateter de teflon inserido no subcutâneo. O que realiza medidas da glicose a cada 10 segundos e armazena a média dessas leituras no próprio dispositivo a cada 5 minutos, permite ao médico assistente a visualização, em um programa de computador, das variações das glicemias durante todo o dia e, dessa forma, traz a possibilidade de modificar a prescrição de insulina, conforme os padrões observados. O CGMS® favorece ainda a identificação de flutuações glicêmicas noturnas, período no qual a hipoglicemia é frequentemente assintomática e não reconhecida.
                   Tal sistema foi aperfeiçoado nos últimos anos, dando lugar aos dispositivos de monitorização glicêmica em tempo real, também através da análise do líquido intersticial. Assim como o CGMS®, tem-se os resultados da glicemia do líquido intersticial a cada 5 minutos e o sensor pode ser colocado no abdome, nas nádegas, coxas ou na região posterior do braço. A grande vantagem dessa inovação é a possibilidade de se observar as tendências glicêmicas, antes mesmo da instalação de eventos hipo ou hiperglicêmicos. Enquanto o CGMS® é de uso médico, os dispositivos de monitorização em tempo real são de uso pessoal e mostram no visor os valores da glicose intersticial do momento. Na tela do aparelho, visualiza-se um gráfico com a variação glicêmica das últimas horas, além de uma seta de tendência da glicemia. Pode haver uma ou duas setas, que indicam a velocidade de queda ou de elevação da glicemia.
             Cabe destacar que, apesar do considerável avanço tecnológico, as glicemias medidas no líquido intersticial apresentam um atraso de cerca de 20 minutos em relação à glicemia do sangue capilar. Portanto, variações bruscas ou valores suspeitos devem sempre ser confirmados com a glicemia capilar. Tais diferenças tendem a ser amenizadas pela calibração do sensor, realizando-se a medida da glicemia capilar 1 a 2 vezes ao dia (conforme a orientação do fabricante).

            Com um custo muito superior à monitorização capilar da glicemia, provavelmente, a maior vantagem da monitorização contínua da glicemia é a facilidade de se ajustar as doses de insulina, com menos punções capilares. Outras situações incluem o diagnóstico e prevenção de hipoglicemias assintomáticas, especialmente as noturnas, e das variações glicêmicas pós-prandiais.

Informações:  www.cgms.com

GLICOSIMETRO DO LOBO DA ORELHA


 
Fonte:ADA

                O outro equipamento apresentado, chamado GlucoTrack, é como um palm que se liga através de um cabo à uma espécie de mini-pregador que se prende à orelha. Se por um lado este já parece mais portátil que o outro, também há limitações. De qualquer forma, na pesquisa apresentada no Congresso da ADA, 97% dos usuários acharam o equipamento confortável para se usar e 87% dos usuários declararam usar o equipamento mais frequentemente que os glicosímetros normais. Para se dosar a glicose com esse aparelho basta calibra-lo 1 vez com o resultado de 1 ponta-de-dedo e depois sempre que se prende novamente o mini-pregador ao lobo da orelha, o resultado da glicemia é apresentado. Porém, assim como no caso do outro equipamento, há limitações. Incluindo aí o fato de depender de calibração com glicosímetro, mesmo que sejam poucas calibrações; a necessidade de se verificar a precisão do equipamento em número maior de pessoas e em diferentes níveis de glicemia; e deixá-lo com custo de aquisição e manutenção tão ou mais baixo que dos glicosímetros atuais.




domingo, 15 de abril de 2012

Anel sensor de glicose .


            Fonte: Osense
          
       Dispositivo desenvolvido por Orsense Ltd. (Ness Ziona, Israel) é operado por colocação de uma sonda em forma de anel em torno do dedo do paciente, que se aplica uma pressão suave para o dedo, semelhante à aplicada durante a fase não-invasiva da pressão arterial medição e obstrui temporariamente o fluxo de sangue. Durante a oclusão, elementos ópticos do sensor de realizar uma medição sensível da luz transmitida através do dedo. Este método, chamado Oclusão Spectroscopy, fornece uma medida indolor de glucose sanguínea do paciente.


Fonte: Osense

 

            Um sistema não-invasivo de monitorização contínua da glicose desenvolvido pela Orsense usa sinalização óptica. Sensores irão fazer parte das soluções portáteis sendo desenvolvidos hoje para apoiar o monitoramento das condições biofísicas.

             Estas soluções estão apenas começando a transição da fase de desenvolvimento para a comercialização em um número de populações, incluindo cuidados a idosos e gerenciamento de doenças crônicas.


 

Mais informações www.orsense.com/.

sábado, 14 de abril de 2012

Monitor de glicose no painel do carro.


          Fonte:Medtronic
          

         A mundialmente famosa empresa Medtronic, que deu ao mundo alguns dos melhores desfibriladores, bombas de medicação hospitalar e marca-passos, tem ainda outra maravilha para apresentar. Na reunião anual da American Diabetes Association que ocorreu em 2011, a Medtronic revelou outra surpresa, um carro conceito M-Powered que foi equipado com instrumentos específicos para diabéticos, definido para monitorar constantemente os níveis de glicose no sangue do motorista fornecendo em áudio, bem como em lembretes de vídeo, como se encontra seu nível de glicose.
      Quando o nível de glicose começa a cair a um limite perigosamente baixo, o equipamento primeiramente envia um aviso. Caso uma situação de risco persista, ela força o desligamento do veículo enquanto o motorista consegue segurar a direção.
       Com esta idéia incrível, a Medtronic ganhou muitos créditos e espera-se que ela continue ajudando em todas as áreas em que for possível.

Mais informações:www.mdtronic.com

sexta-feira, 13 de abril de 2012

IPHONES MEDIDORES DE GLICOSE


Diabete que fala com iPhones e Doutor? Muito bom. 

Basta apenas uma picadinha rsrsrs..... 

Mais ainda e tecnologia.









Fonte: wsj


          Embora os avanços da tecnologia de consumo aos trancos e barrancos, os pacientes dispositivos utilizam para tratar as doenças, muitas vezes parecem presos no passado. Um exemplo gritante é o glicosímetro, os diabéticos instrumento usar para medir o açúcar no sangue informação que eles usam para ajustar sua dieta, exercícios e medicação.
      Tenho vindo a testar este novo medidor e serviço, que é chamado Telcare e vem de uma empresa Bethesda, Maryland, com o mesmo nome. Como um diabético Tipo 2 me, eu encontrei o Telcare metros uma mudança refrescante, e um passo significativo para trazer dispositivos de consumo médicos mais próximos do mundo da tecnologia moderna.
        O dispositivo Telcare funciona como um medidor tradicional. Você pode inserir uma tira de teste em um slot no medidor, em seguida, picar o dedo com um dispositivo de punção para obter uma gota de sangue, toque a faixa para a queda, e esperar que a leitura aparece.

      A diferença é o medidor imediatamente envia os resultados para seu banco de dados on-line, onde você ou o seu médico pode encontrá-lo através do site protegido por senha ou iPhone app. Esta transmissão é feito através de um modem embutido celular, que não envolve qualquer celular, contrato de suporte ou taxa.

     Essa conexão celular é usado para enviar mensagens sobre suas leituras, se necessário. Nesta primeira versão, o paciente não pode responder a mensagens médicos do metro, mas que está planejado para o futuro.

Curiosidades: http://online.wsj.com/article/

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Sem agulhas


CANETA SAFE-INJECT é um sistema injetor de insulina que dispensa o uso de agulhas. 





Fonte:safe-inject

         Graças a sua exclusiva tecnologia desenvolvida e patenteada na Alemanha, um mecanismo de mola realiza a pressão necessária para abrir naturalmente os poros da pele para aplicar a insulina, de forma segura e eficaz, a insulina é aplicada através de uma ampola com micro-orifício de Ø 0,17mm, enquanto a maioria das agulhas de aplicação no mercado possui Ø 0,39mm.

         A caneta vem acompanhada de um conjunto completo de acessórios (ampolas e adaptadores) para permitir a utilização de qualquer tipo de insulina.

   Um jato fino do líquido aplicado penetra na pele e espalha-se homogeneamente em forma de cone no tecido adiposo subcutâneo um uma fração de segundo.

 

Mais informações: http://www.safeinject.com.br/site/index.aspx

Timesulin-tampa inteligente para canetas de insulinas





Fonte: Timesunin



         O Grupo Timesulin desenvolveu um método simples para evitar esses tipos de complicações e diminuir o preocupação e ansiedade na hora de tomar a insulina .
          Trata-se de uma tampa de caneta - para  todas as marcas - que possui um visor indicando a última vez que a caneta foi utilizada. Basta trocar a tampa da caneta habitual pela tampa da Timesulin . Ela possui um visor indica o último horário que a caneta foi destampada por mais de 8 segundos. Desta forma, o usurário pode destampa a caneta - para ver com esta o reservatório de insulina, por exemplo - e ela não marca como sendo utilizada. Por outro lado, se ficar destampada por mais de 8 segundos, ela reinicia o cromômetro, indicando há quanto tempo foi utilizada.

       No entanto, não sabemos quando chega ao Brasil. A Timesulin é um produto europeu e sera lançado na Europa em janeiro de 2012, com previsão de venda nos EUA em meadas do ano que vem.

Para quem interessar o site é o seguinte: http://timesulin.com/why-timesulin/

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Diabéticos poderão medir glicose no sangue com luz infravermelha

      
Fonte:Analytical Chemistry



         Pesquisadores do Instituto Tecnológico de Massachusetts (MIT) estão desenvolvendo um dispositivo não invasivo, que utiliza luz para medir o nível de glicose no sangue.  O aparelho poderá beneficiar milhões de pessoas com diabetes tipo 1, as quais são obrigadas a se picarem várias vezes ao dia para coletar sangue para o teste.
         Idealizado pela primeira vez por Michael Feld, professor de física e ex-diretor do laboratório de espectroscopia do MIT, a técnica usa espectroscopia Raman, um método que identifica compostos químicos com base na frequência de vibrações das ligações que mantêm as moléculas unidas. A técnica pode revelar os níveis de glicose pela simples aproximação de luz infravermelha no braço ou no dedo, eliminando a necessidade das torturantes agulhas para  coletar o sangue do paciente.
       Os pesquisadores desenvolveram uma nova maneira de medir os níveis de glicose no sangue apenas iluminando uma região da pele com luz infravermelha. Crédito: cortesia de Patrick Gillooly.
         Os pesquisadores descrevem o novo método de calibração e seu resultado na revista Analytical Chemistry.



Informação:  Revista eletrônica  Analytical Chemistry

Microship podera substituir injeções de insulina ?

Poucos passos para nanotecnologia

 

Fonte:sciencidaily 



         Trata-se dos resultados do primeiro estudo clínico utilizando um sistema de liberação de droga implantável utilizando um microchip controlado por tecnologia wireless.

           Uma vez que a insulina é um polipeptideo, embora mais complexo, podemos supor que as injeções de insulina poderão ser substituídas por sistemas inteligentes que liberem doses de insulina, observando não só as necessidades diárias como também ao ritmo de liberação. E não será por mágica ou encanto.
Fonte: http://www.sciencedaily.com/

domingo, 8 de abril de 2012

A Nova solução?


Microchip para diabéticos é desenvolvido no Brasil




     

     No Brasil se produz tecnologia sim, e não é de hoje. A Universidade Federal de Itajubá, em Minas Gerais, é prova dessa produção. Estima-se hoje que o número de brasileiros com Diabetes, gire em torno de 2,5 milhões, realizar medições do nível de glicose no sangue é uma tarefa diária e muitas vezes cansativa, sem falar nos custos das fitas de medição usadas no exame. O projeto da Universidade é implantar um chip sob a pele do paciente que enviará informações via rádio a um dispositivo externo e que poderá também acionar uma bomba de insulina acoplada ao paciente caso seja necessária. O chip é menor do que a ponta de uma caneta.

Parabéns aos pesquisadores pela iniciativa. www.clebertoledo.com.br/blogs/tecnologia/

CHEGA DE FURADAS


Qual é o melhor


           Os diabéticos tipo 1 e muitos tipo 2 têm muitas oscilações glicêmicas durante o dia. Há uma ampla variabilidade na glicemia, principalmente devido a deficiência total de insulina nestes pacientes. Ocorre que para manter o bom controle é necessário constantes testes de glicemia ao longo do dia, e nem sempre a pessoa sabe lidar com esses números. Devo me alimentar mais? Aplicar mais insulina? Fazer mais exercícios? Tomar algum remédio? Ou me furar cada vez mais.  É aí que o aplicativo pode ajudar nesse futuro.

ISSO
           

 É



PASSADO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!